Palestra no 1º de Maio sobre as lutas das trabalhadoras e dos trabalhadores


 

Foto: Filipe Peres/Blog O Calçadão

 

 

      Ontem, o 1º de Maio, Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, foi vivido como mais um momento de reflexão e luta em Ribeirão Preto, como deve ser. O assentamento do MST (Movimento das Trabalhadoras e dos Trabalhadores Sem Terra) de Ribeirão realizou atividade de análise e debate da proposta de reforma da nossa Previdência Social, oportunidade em que fui convidada para falar sobre o assunto em uma mesa de debates junto com o promotor de justiça aposentado, Marcelo Goulart.

 

Foi mais uma boa oportunidade de trocarmos informações, conhecimento, experiências e análises, e mais uma boa oportunidade de nos unirmos nas lutas e nas reivindicações justas e legítimas dos nossos direitos trabalhistas e dos nossos direitos sociais.

 

A reforma previdenciária de Bolsonaro e Guedes, se passar (e lutemos para que não), terá o mesmo fracasso que a terceirização, a reforma trabalhista e a EC 95. Quando a reforma trabalhista foi proposta, Temer, que ocupava o cargo de presidente à época, a justificou dizendo que ela era necessária porque a economia precisava de mais produtividade e efetividade. E tivemos isso?

 

O que tivemos depois de todas essas alterações nos direitos trabalhistas e nos direitos sociais foram os 15 milhões de desempregados e desempregadas existentes atualmente no Brasil, precarização das condições de trabalho, subemprego, empobrecimento das famílias, estagnação econômica, ausência total de políticas ou propostas de geração de emprego e renda, ausência total de política de valorização do salário mínimo, veja que em 2.019 Bolsonaro tirou R$ 8,00 do salário mínimo, que já havia sido aprovado pelo Congresso Nacional, e para 2.020 Bolsonaro já anunciou que não haverá reajuste para o salário mínimo.

 

Todas e todos nós devemos ser contra a reforma da previdência de Bolsonaro e Guedes, porque ela fratura com o conceito de seguridade social, empobrece os idosos, privatiza a previdência pública, aumenta o lucro dos bancos, dificulta ainda mais a aposentadoria para as mulheres e tornará inalcansável a previdência para a maior parte dos trabalhadores e trabalhadoras.

 

Não deixemos passar mais essa tentativa de golpe contra o povo brasileiro. Lutemos em defesa da nossa previdência pública.

 

Raquel Montero

 

Todas as fotos desse conteúdo são de Filipe Peres, em Blog o Calçadão;

http://ocalcadao.blogspot.com/2019/05/em-diversos-atos-unificados-pela-cidade.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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